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NOTÍCIAS
19/01/2017
Endividamento atinge 60% da população maceioense, aponta pesquisa

Cerca de 60% dos maceioenses estão endividados. Pelo menos é isso que mostra  a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor. O percentual é relativo ao mês de dezembro e representa um aumento de 1,1% em relação a novembro e de 8,9 pontos percentuais quando comparado com o mesmo período de 2015. 

O estudo foi realizado pelo Instituto Fecomércio/AL, em parceria com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e mostra que, do percentual de endividados, 27,5% também estão com as contas em atraso. O valor 1,8% é menor do que novembro. 

Em relação ao volume de dívidas, 29,4% acreditam que estão muito endividados 12,5% disseram estar mais ou menos endividados e 18,1% se consideram pouco endividados. A principal razão é o uso do cartão de crédito (87,6%), seguida de carnês/boletos (8,3%) e o uso de crédito pessoal, com 4,8%.

Ainda conforme a análise, o cenário indica que as famílias poderão optar pelas compras à vista, até porque 13,7% dos consumidores estão em situação de inadimplência e apenas 6,9% terão condições de pagar totalmente a dívida. Já 29,2% pagarão parcialmente ou renegociarão, enquanto 53,1% não terão condições de pagar. 

Demanda

Para o assessor econômico da Fecomércio, Felippe Rocha, no mês de dezembro há um aumento natural da demanda sobre os bens e serviços ofertados com as férias escolares, confraternizações e outras situações que incentivam a procura por bares, restaurantes, presentes e hotéis. 

Segundo ele, ao contrário do que aconteceu em novembro, quando a Black Friday incentivou o aumento do consumo por meio do crédito, o último mês do ano favoreceu, devido ao Natal, o aumento do uso dos diversos instrumentos financeiros pelos cidadãos.

Em relação ao período, os consumidores passam cerca de 4,7 meses do ano pagando dívidas. É um dado positivo se lembrarmos que, em 2015, os consumidores da capital passavam mais de seis meses [6,3] do ano pagando dívidas. Ao se livrarem das dívidas num tempo mais reduzido, já possuem condições de retornar à sociedade de consumo e, como na média apresentam um nível de comprometimento de suas rendas de 29,1, estão em níveis ainda satisfatórios de saúde de seus orçamentos.

Para o economista, 2017 trará boas novas para consumidores e empresários, pois a prática de diferenciação de preços institucionalizada por meio de Medida Provisória permitirá que os consumidores negociem de forma mais aberta os preços com os vendedores quando o consumo for à vista. Além disso, a universalização dos meios de pagamento permitirá aos empresários custos menores de taxas de administração de máquinas de cartão, o que poderá reduzir ainda mais os preços praticados.

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