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NOTÍCIAS
31/07/2019
Sindifisco vai à Justiça contra endividamento e renúncia fiscal de Renan Filho

Numa atitude de desespero, medo de salários atrasarem, preocupações com a política de renúncia fiscal do estado beneficiando grandes grupos empresariais que estão se instalando em Alagoas e com empréstimos estimados em R$ 700 milhões no exterior, representantes dos 45 mil servidores estaduais e líderes sindicais se acorrentaram às portas da Secretaria Estadual da Fazenda (Sefaz). 
A partir desta semana, a direção do Sindicato dos Fiscais de Renda (Sindifisco) pretende mobilizar outras categorias do funcionalismo para ingressarem, juntos, com ações no Ministério Público, na Justiça e na Assembleia Legislativa Estadual (ALE) contra as políticas de renúncia fiscal e de novos endividamentos do governo Renan Filho (MDB).
O objetivo é não deixar a dívida púbica aumentar. Os servidores acreditam que a atual política tributária do governo Renan Filho pode quebrar o estado, como aconteceu no governo de Divaldo Suruagy, em 1997, quando o utivo ficou até nove meses sem pagar o salário do funcionalismo e credores. 
Durante o ato de acorrentar as portas da Sefaz, na última quarta-feira (17), os servidores lembraram o confronto dos funcionários públicos com as tropas federais na manhã de 17 de julho de 1997, na porta da Assembleia Legislativa Estadual (ALE), para cobrar vencimentos atrasados e a reorganização da máquina pública. O confronto provocou a renúncia de Suruagy antes de os deputados votarem o processo de impeachment dele.
Hoje, a política de renúncia fiscal para grandes empresas que se instalam em Alagoas e aumento do endividamento pode quebrar o estado. A preocupação é da presidente do Sindicato dos Fiscais de Renda (Sindifisco-AL), Lúcia Beltrão. Estamos em risco. Pode voltar o caos social, atrasos de salários, servidores em desespero e a falência do serviço público. Ao relembrar a tragédia administrativa da gestão Suruagy, Lúcia Beltrão disse que começou com o aumento de endividamento, renúncia fiscal, vendas das Letras do Tesouro Estadual e queda na arrecadação. 
No ato, a sindicalista estava acompanhada de diretores dos Sindicatos dos Trabalhadores da Educação (Sinteal), dos Policiais Civis (Sindipol), dos Agentes Penitenciários, de associações e entidades de funcionários da saúde, da Polícia Militar e de outros segmentos do funcionalismo estadual, preocupados com a situação.

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